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domingo, 26 de setembro de 2010

Qual a forma correta de se referir: Educador Físico, Professor de Educação Física ou Profissional de Educação Física?

Qual a forma correta de se referir: Educador Físico, Professor de Educação Física ou Profissional de Educação Física?

Não é aconselhável utilizar a expressão Educador Físico, pois ninguém educa o físico. Não existe a expressão “educador físico” na legislação do Ministério da Educação, no Código Brasileiro de Ocupações, nas publicações do Conselho Federal de Educação Física e nas demais publicações oficiais como leis, decretos, resoluções e portarias.

A expressão “educador físico” é um neologismo errôneo e deve ser evitado.

Toda a legislação e publicações oficiais que se refere à profissão utiliza a expressão “Profissional de Educação Física” para designar os bacharéis, licenciados e provisionados. O licenciado que atua na docência é chamado de “Professor de Educação Física”, da mesma forma que o matemático e chamado de professor de matemática, o geógrafo de professor de geografia, o químico de professor de química, o biólogo de professor de biologia, o historiador de professor de história etc.

A Resolução do Ministério da Educação CFE Nº. 03, de 1987, dispõe:

Art. 1º - A Formação DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA será feita em curso de graduação que conferirá o titulo de Bacharel e/ou Licenciado em Educação Física.

A Resolução do Conselho Nacional de Saúde CNS - Nº. 287, de1998, dispõe:

O Plenário do Conselho Nacional de Saúde em sua Octogésima Primeira Reunião Ordinária, realizada nos dias 07 e 08 de outubro de 1998, no uso de suas competências regimentais e atribuições conferidas pela Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, e pela Lei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990, considerando que:

RESOLVE:

I - Relacionar as seguintes categorias profissionais de saúde de nível superior para fins de atuação do Conselho:

4. PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA;

A Resolução do Conselho Nacional de Educação CNE/CES 7, de 31/03/2004, dispõe:

Art. 2º As Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação de graduados em Educação Física definem os princípios, as condições e os procedimentos para a formação dos PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA, estabelecidos pela Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, para aplicação em âmbito nacional na organização, no desenvolvimento e na avaliação do projeto pedagógico dos cursos de graduação em Educação Física das Instituições do Sistema de Ensino Superior.

Art. 4º...

A mesma Resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE/CES 7, de 31/03/2004), refere a PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA, LICENCIADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA, vejamos:

§ 2º O PROFESSOR DA EDUCAÇÃO BÁSICA, LICENCIATURA PLENA EM EDUCAÇÃO FÍSICA, deverá estar qualificado para a docência deste componente curricular na educação básica, tendo como referência a legislação própria do Conselho Nacional de Educação, bem como as orientações específicas para esta formação tratadas nesta Resolução.

Já o Ministério do Trabalho, através do Código Brasileiro de Ocupações (CBO) classifica os Profissionais de Educação Física como “Família” e o Professor de Educação Física como “Ocupação”, vejamos:

PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA DO ENSINO FUNDAMENTAL, Código 2313-15 - Ocupação PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DO ENSINO FUNDAMENTAL DE 5ª A 8ª SÉRIE, Código 2313-15 – Sinônimo

PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO MÉDIO, Código 2321-20 - Ocupação PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO SUPERIOR, Código 2344-10 - Ocupação

terça-feira, 27 de julho de 2010

As estratégias de exercícios para eles e para elas

Novos estudos que valorizam as diferenças de gênero estão mudando o jeito como homens e mulheres praticam atividades
Cilene Pereira, Mônica Tarantino e Rachel Costa

Um estudo divulgado na última edição da publicação “Circulation”, jornal da Associação Americana do Coração, confirmou uma percepção que os especialistas em medicina do esporte alimentavam há alguns anos: a estratégia para a realização de exercícios físicos de homens e
mulheres não pode ser a mesma. Realizado pelo Departamento de Cardiologia e Medicina Preventiva da Northwestern University, de Chicago, o trabalho afirma que o índice de frequência cardíaca máxima, usado para nortear a prática esportiva, precisa ser diferenciado para as mulheres. Hoje tem-se como referência para ambos os sexos a seguinte equação: 220 menos a idade. O resultado dessa conta é usado para calcular a frequência cardíaca na qual o indivíduo deve realizar o seu treino – entre 50% e 80% de sua capacidade máxima.

De acordo com os cientistas americanos, para as mulheres essa conta deve obedecer uma regra um pouco mais complexa: 206 menos 88% da idade, o que resultará em um número menor em relação ao obtido com a fórmula antiga. Embora a diferença pareça pequena, ela é preciosa, pois quando a atividade física é realizada acima da taxa adequada o coração trabalha mais do que poderia. E isso, definitivamente, não é bom. “Nessas condições, o músculo produz ácido lático, fazendo com que surja a sensação de fadiga”, diz a cardiologista Isa Bragança, do Rio de Janeiro. “Além disso, a sobrecarga ameaça o coração”, diz o médico Rogério Neves, do centro SportsLab, em São Paulo.

Aliás, foi a observação de que muitas mulheres passavam a apresentar problemas cardíacos após iniciarem-se na prática de exercícios que levou a cardiologista Martha Gulati, autora do trabalho que originou a nova fórmula, a pesquisar o assunto. “Sempre recomendei a realização de
atividades físicas”, contou à ISTOÉ. “Mas comecei a receber pacientes com dificuldades cardíacas resultantes de exageros nos treinos”, disse. Depois de muito investigar, ela descobriu que o problema estava em se exercitar em uma frequência cardíaca imprópria para o sexo feminino.

Médicos, responsáveis por academias e treinadores de esporte agora discutem como adotar a nova medição. No Brasil, as academias correram para se adaptar. “Para as mulheres que chegam agora, já estamos fazendo o cálculo novo”, conta Eduardo Neto, diretor técnico das redes de academia A! Body Tech e Fórmula. Nos Estados Unidos, Martha prepara um aplicativo para iPhone e internet.

A verdade é que mudanças como essas começam a alterar o panorama da atividade física – das academias aos treinos de atletas de alta performance. O objetivo dessa nova maneira de olhar a prática de exercícios é respeitar as diferenças físicas e emocionais entre homens e mulheres com a finalidade de melhorar, em ambos os gêneros, o desempenho e a capacidade de recuperação do organismo após o treino.

Até pouco tempo atrás, acreditava-se que as respostas de um e de outro à prática da atividade física não tinham tanta diferença. Essa ideia pode ser vista, por exemplo, no futebol, no qual as mulheres competem em um campo com as mesmas dimensões usadas para os homens, com traves com a mesma altura e bola com o mesmo peso – ainda que se saiba que a estatura média feminina é menor e que elas têm menos força física. “Buscar adaptações para a mulher não quer dizer que ela não possa praticar determinada modalidade”, afirma Timóteo Araújo, do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física, de São Caetano do Sul. “É uma forma de garantir a elas mais segurança e desempenho melhor”, diz.

Mas, para que isso seja possível, é preciso, primeiro, identificar as diferenças. E é a esta tarefa que centenas de pesquisadores estão se dedicando. Trata-se de um esforço recente, motivado pelo fato de as mulheres só terem entrado para valer no mundo dos esportes há poucas décadas. “Historicamente, a prática de exercícios físicos pelas mulheres é um fato novo. Antes, apenas os
homens competiam e se exercitavam”, lembra Raul Santo, do Centro de Medicina Esportiva da Universidade Federal de São Paulo.

Isso explica por que, até hoje, a maioria dos parâmetros usados para balizar a atividade física toma como referência o homem. Porém, o que está se descobrindo é que é preciso realmente separar as coisas, como fizeram os cientistas que criaram a fórmula de frequência cardíaca máxima
para mulheres. Outras linhas de investigação chegam à mesma conclusão. David Rowland, da Universidade Massey, na Nova Zelândia, por exemplo, descobriu que a reposição de proteínas após os treinos pode não ser tão eficiente para elas. Em 2008, ele avaliou ciclistas do sexo masculino para investigar qual seria a melhor nutrição depois do exercício. Observou um ganho
de desempenho em torno de 4% naqueles que consumiram só proteínas depois do esforço. O nutriente ajuda a absorção dos carboidratos e é indispensável para reparar as lesões musculares após o exercício árduo. Entretanto, em maio deste ano, um estudo publicado na revista “Medicine and Science in Sport and Exercise” mostrou que o organismo feminino reage de modo diferente. “Fiz nova avaliação porque recebi uma solicitação de ciclistas do sexo feminino. O resultado foi surpreendente”, disse Rowland à ISTOÉ. Ele constatou que as mulheres que consumiram apenas proteínas após o esporte sentiram suas pernas mais cansadas do que as que receberam carboidratos.

O mesmo fato pode se dar com a estratégia de carbo-loading, a ingestão de boas quantidades de carboidrato nos dias que antecedem uma competição. A lógica é oferecer ao corpo uma grande reserva de combustível – o nutriente é o maior fornecedor de energia do organismo – para que ele tenha ótimo desempenho na prova. Mas o que a ciência está demonstrando é que o plano funciona bem para eles. Para elas, nem tanto. “As mulheres parecem não se beneficiar dessa estratégia”, disse à ISTOÉ Mark Tarnopolsky, da McMaster University Medical Center, do Canadá, um dos maiores estudiosos do assunto do mundo.

Nas competições, quadras e academias, enquanto não houver um estudo conclusivo, prevalece a reposição equilibrada de carboidratos e proteínas antes e depois do esporte. De modo geral, elas precisam comer menos e treinar mais. “E os homens necessitam ingerir cerca de 30% mais proteínas do que as mulheres para regenerar a musculatura”, diz a nutricionista Suzana Bonumá, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Para
planejar os aportes necessários de nutrientes com a finalidade de garantir energia sem aumentar o peso, os nutricionistas consideram também o tipo de modalidade praticada. “Se for uma prova de resistência, como a corrida, o homem precisa de
mais carboidratos. Eles também transpiram mais e devem ingerir cerca de 15% mais água”, diz a nutricionista Tânia Rodrigues dos Santos, da RG Consultoria Nutricional.

A raiz de grande parte das diferenças está nos hormônios. Eles são regidos pela testosterona, o
hormônio que determina as características masculinas. Elas, pelo estrogênio, responsável pelas marcas femininas. A ação dessas substâncias influencia diretamente na sua composição celular. A testosterona determina que, durante sua diferenciação, as células se tornem músculos. Já o estrogênio as transforma em tecido adiposo. “Como resultado, a mulher tem 10% mais gordura”, explica Mauro Guiselini, diretor do Instituto Runner.

Há uma explicação evolutiva para essas características. “A quantidade maior de músculos
servia para ajudar o homem a enfrentar as ameaças de ambientes hostis e situações nas quais necessitava lançar mão da força”, diz a endocrinologista Ruth Clapauch, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. Já a presença de maiores reservas de gordura no organismo da mulher, decorrentes da ação do estrógeno, é uma garantia de que, durante a gravidez, mãe e filho tenham estoques suficientes de energia para sobreviver até em circunstâncias de escassez de
alimento.

O conjunto das informações reunido até agora está levando a novos comportamentos. Antes, as oscilações de humor durante a fase pré-menstrual nem sequer eram consideradas pelos professores. “Hoje sabemos que a mulher requer uma atenção diferenciada nesse período”, diz Edmilson Kawanaka, da academia Competition, em São Paulo. Isso se repete em várias modalidades. Viviane Matero, educadora física e professora do Projeto Mulher, em São Paulo, também reduz a intensidade do treino das suas corredoras no período menstrual. “Elas ficam menos dispostas”, diz. Por outro lado, Viviane observa que a mulher tem mais estabilidade emocional para provas que exigem resistência. “Elas reclamam menos e aguentam fazer força por mais tempo”, afirma a treinadora.

Também foi derrubado de vez o preconceito de que musculação não serve para mulher e de que exercícios aeróbicos não precisariam ser feitos com tanta vontade pelos homens. “Mais massa muscular, para a mulher, garante que seu organismo consuma maior quantidade de calorias, o que ajuda a emagrecer”, explica Saturno de Souza, coordenador técnico da rede de academias Bio Ritmo. Para eles, os exercícios aeróbicos reduzem os riscos cardíacos a que estão normalmente mais expostos do que as mulheres – lembrando, é claro, que essa atividade também contribui para a saúde
cardiovascular feminina.

Já se sabe ainda que, se a musculatura do tronco e da região abdominal costuma responder bem aos exercícios feitos pelos dois sexos, a dos braços responde melhor nos homens. Por isso, passou-se a dar mais atenção aos exercícios dirigidos aos braços das mulheres para que elas também consigam resultados. Junto a essas mudanças, está ainda o respeito ao limite de cada um. “De uma maneira geral, as mulheres têm uma capacidade de rendimento equivalente a 85% do homem”, lembra Nélio Moura, treinador da medalhista brasileira Maurren Maggi e com experiência no treinamento de homens e mulheres. “Essas diferenças são levadas em consideração quando é dada a progressão de cargas e volume de treinos”, afirma Eduardo Mourelle, do projeto Espaço Stella Torreão, do Rio de Janeiro. Maurren segue essa cartilha à risca. “Treino dentro dos meus limites, sem ultrapassá-los para evitar lesões”, diz a campeã.

____________
Reportagem extraída da Revista Isto É | N° Edição: 2122 | 09.Jul - 18:00 | Atualizado em 27.Jul.10 - 18:10 | http://www.istoe.com.br/reportagens/86977_AS+ESTRATEGIAS+DE+EXERCICIOS+PARA+ELES+E+PARA+ELAS+PARTE+1

domingo, 13 de junho de 2010

Copa do Mundo 2010

Estamos na 19º (décima nona) edição do maior espetaculo de futebol da Terra, desde sua primeira edição em 1930, cujo a Seleção do Brasil se fez representada, até nessa edição 2010, onde o Brasil também se faz representado por Dunga e sua equipe, a
Seleção Brasileira nunca ficou fora de nenhuma edição.

No inicio só existiam 13 (treze) equipes, nessa ultima teremos 32 (trinta e duas), vemos um aumento significativo de pais, isto, devido ao volume de dinheiro e patrocínios envolvidos.

Ano, [Sedes] e Campeões:
1930, [Urugaui] Uruguai;
1934, [Itália] Itália;
1938, [França] Itália;
1942, Não houve pela 2º Grande Guerra
Mundial;
1946, Não houve pela 2º Grande Guerra Mundial;
1950, [Brasil] Uruguai;
1954, [Suíça] Alemanha Ocidental;
1958, [Suécia] Brasil;
1962, [Chile] Brasil;
1966, [Inglaterra] Inglaterra;
1970, [México] Brasil;
1974, [Alemanha Ocidental] Alemanha Ocidental;
1978, [Argentina] Argentina;
1982, [Espanha] Itália;
1986, [México] Argentina;
1990, [Itália] Alemanha Ocidental;
1994, [Estados Unidos] Brasil;
1998, [França] França;
2002, [Coréia do Sul e Japão] Brasil;
2006, [Alemanha] Itália;
2010, [África do Sul] ?;

Gente acompanhe essa copa pois é a chance do Brasil ser hexa-campeão.

Para baixar a tabela da copa do mundo é só clicar no link logo abaixo.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

O Que Um Personal Training Pode Fazer Na Sua Vida?


O nome Personal Trainer já existe há algum tempo ligado a personalidades ricas e famosas.
Quem já tem seu "personal”, ou professor particular, não quer mais saber das aulas padronizadas.
O serviço deste Educador Físico particular veio abrir caminho para um novo mercado de trabalho que faltava na área da saúde, apesar de ser para algumas pessoas um trabalho direcionado apenas para aqueles compulsivos por saúde!! Uma mentira, e vamos saber a razão!!!
Na atualidade, devido a maior evolução da medicina e a ampliação das redes de comunicação, as pessoas felizmente enxergam o exercício não só como um caminho para a beleza física, mas principalmente, como uma porta para a saúde e longevidade.
O trabalho do Personal não deve ficar limitado a ênfase na aparência, pelo contrário , ele deve ficar em posição de destaque por ser alguém em quem o cliente poderá confiar seu corpo e vida para um trabalho de prevenção de doenças e resgate individual da própria saúde física e mental. E ele terá formação e competência para fazê-lo.
Mesmo sabendo, que praticando exercícios físicos e fazendo uso de uma dieta adequada, o exercício ainda parece algo crítico para o indivíduo.
Ensinar o mecanismo do ganho ou perda de gordura e mudanças de hábito na vida cotidiana dos indivíduos são mais algumas das funções do Personal Training.
Mesmo sendo avisados pelos médicos e pela mídia do perigo do excesso de peso e certos hábitos de vida e na dieta e que um bom programa de exercícios e boa alimentação podem reverter todo este processo, os consultórios parecem ainda estar abarrotados de pessoas sofrendo do mesmo mal do século, doenças desenvolvidas pela obesidade.
Diante de um quadro caótico onde os indivíduos parecem entender mas não como fazer e ainda a insegurança de onde buscar ajuda, surge a pessoa do Personal Trainer.
Esta função especial do Educador Físico deve ser encarada com muita seriedade.
Os principais diferenciais na contratação desse profissional são:
a) O atendimento e acompanhamento individualizado.
b) Maior atenção na supervisão e correção dos exercícios.
c) Possibilidade de variação de modalidades e atividades de exercícios.
d) Comodidade na escolha e variações de locais para execução das aulas.
e) Escolha de horários compatíveis com a disponibilidade e rotina diária do Cliente.
f) Elaboração de programas com objetividade e eficiência, atendendo às expectativas do cliente e sua individualidade biológica.
g) Maior motivação causada pela presença do Personal para os dias de indisposição e falta de vontade para exercitar-se.
Portanto anime-se!
Procureme e veja os resultados!

segunda-feira, 29 de março de 2010

Exercícios de Propriocepção Na Recuperação Física e Funcional

Quando se fala em recuperação funcional de atletas/desportistas lesionados, pensamos nos exercícios chamados de propriocepção, importante ferramenta na reabilitação que o fisioterapeuta necessariamente deve utilizá-los com o objetivo de recuperar integralmente o atleta/desportista lesionado. Para isso é adequado que se compreendam alguns conceitos importantes.
Propriocepção refere-se à percepção consciente e inconsciente do posicionamento articular, enquanto cinestesia é a sensação do movimento ou da aceleração articular. Vamos entender como funciona este mecanismo: Inicialmente, os sinais proprioceptivos e os cinestésicos são transmitidos para a medula espinhal por meio das vias sensoriais aferentes, a informação é processada em nível do córtex cerebral, que devolve em resposta eferente motora. A esta resposta chamamos de controle neuromuscular.
Dentre os proprioceptores destacamos: os mecanorreceptores articulares: corpúsculo de Pacini, corpúsculos de Meissner e terminações nervosas livres. Estes estão localizados nas articulações e são responsáveis por fornecerem informações proprioceptivas quanto ao posicionamento articular. Verifica-se, também, os mecanorreceptores tenomusculares: os fusos musculares, presentes nos músculos que detectam alterações no comprimento e na velocidade do músculo. Os órgãos tendinosos de Golgi (OTG), localizados no tendão e na junção tendão-músculo, detectam o nível de tensão muscular. Ao menor sinal, protegem a unidade músculo-tendão quanto ao excesso de tensão que podem provocar danos. Estes proprioceptores é que levam informação da periferia para o córtex cerebral, produzindo resposta eferente motora de: alívio da dor, controle de movimento, resposta funcional eficaz, etc.
Vejamos a seqüência abaixo, refere sobre a lesão e a importância do trabalho proprioceptivo, para o restabelecimento do controle neuromuscular alterado.
Lesão - déficit proprioceptivo - controle neuromuscular alterado - instabilidade funcional - lesão repetitiva.

OBJETIVOS
O objetivo do treinamento/tratamento proprioceptivo e cinestésico é restaurar as propriedades sensoriais das estruturas capsulares e ligamentares lesionadas e melhorar a sensibilidade dos nervos aferentes, que levam informação sensorial para o córtex cerebral.


REESTABELECIMENTO DO CONTROLE NEUROMUSCULAR
Exercícios em cadeia fechada, na sala de musculação (com os pés apoiados no solo ou aparelho) ao longo da amplitude do movimento estimulam os receptores articulares.
Uso de bandagens elásticas compressivas ou suportes (órteses) de neoprene estimulam os receptores cutâneos fornecendo informações proprioceptivas e cinestésicas.
Mobilização articular melhora a acuidade proprioceptiva e cinestésica consciente.
Exercícios de estabilização dinâmica: requer a antecipação e a reação às cargas articulares, obtém-se colocando a articulação em situações vulneráveis, nas quais o equilíbrio dinâmico é estabelecido em situações controladas. Os exercícios de equilíbrio (giroplano, cama elástica, pedalinho, balancinho, caixa de areia etc.) e os pliométricos (saltos com obstáculos e em profundidade), são bastante adequados.
Controle neuromuscular reativo: devem induzir “perturbações” articulares inesperadas, deslocamentos laterais, saltos, saltitos, deslocamentos frontais e de costas, exercícios com bola, chutes, arremessos, etc.
Atividades funcionais: têm como objetivo retornar o atleta/desportista ao nível de atividade antes da lesão, restaurando a estabilidade funcional e dos padrões de movimentos específicos para o esporte, minimizando o risco de nova lesão.
Por fim, os testes funcionais: o objetivo é avaliar se o atleta/desportista está recuperado e pronto para retornar às atividades desportivas. Neste caso, deve-se incluir exercícios que envolvam posicionamentos e manobras em que a articulação fica vulnerável, adaptando as tarefas de movimento próximas do gestual motor desportivo utilizado no esporte que atua.
É importante considerar que os exercícios de controle neuromuscular (proprioceptivo) devem se fazer presentes no processo de recuperação fisioterapeutica, sendo atletas ou não. Em sendo atletas ou praticantes de atividades desportivas regulares, estes são necessários para restabelecer o controle e a eficiência biomecânica do movimento, atividades que geram instabilidades para ganhar estabilidade funcional.
No tocante à prevenção de lesões, deve-se incluir num programa de treinamento, exercícios de equilíbrio estático e dinâmico baseados na interação entre corpo e ambiente.


Fonte: Marcelo Luiz de SouzaFisioterapeuta - Crefito 2: 74644-F

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Quem Dança Seus Quilos Espanta

=> A dança de salão é uma boa alternativa para queimar calorias, melhorar a postura e tonificar os músculos das pernas e do bumbum.

Acontece de tempos em tempos. A dança de salão vira mania. Agora ela pegou de novo. O quadro Dança dos Famosos, exibido no programa do Faustão, da Rede Globo, atiçou até os pés mais desengonçados, a vontade de rodopiar.

É isso mesmo. Dançar é uma atividade aeróbica das boas. Aumenta a freqüência cardíaca, estimula a circulação do sangue, melhora a capacidade respiratória e queima muitas calorias. Em uma hora de dança de salão é possível eliminar até 700 calorias. Quanto mais prática você tiver, maior será o gasto calórico porque vai seguir o ritmo com menos pausas. Uma coreografia agitada substitui a esteira e ainda tonifica os músculos das pernas, braços e abdômen. As pernas são responsáveis pelos deslocamentos, o abdômen é exigido para manter o equilíbrio e a postura correta e, dependendo do tipo de dança, os braços também se movimentam bastante. Apesar desses músculos ganharem tônus, é recomendado praticar também um exercício resistidos para fortalecer regiões específicas, como joelhos e coluna, e assim evitar lesões, já que o corpo se “requebra” inteiro.

Junto com um shape mais bonito, aprender novos ritmos também mexe com sua mente e deixa você mais esperta. Seguir uma coreografia trabalha coordenação motora, concentração, equilíbrio, agilidade e memória. Essas habilidades você percebe na própria dança, quando começa a fazer os passos com mais graça, mas também leva para o dia-a-dia, ao realizar melhor as suas tarefas. Neste pacote, você ainda lucra no social e vai fazer novos amigos ou até conseguir um namorado pé-de-valsa, por que não? Esta pode ser a queima calórica mais divertida que você já experimentou!

=> Entre no ritmo!

Para aproveitar todos os benefícios dessa atividade e arriscar seus primeiros passos na balada, o ideal é freqüentar um curso de dança de salão. Quem começa a fazer aulas entra no nível iniciante, em que aprende os passos básicos dos principais estilos. Nessa etapa, os alunos desenvolvem coordenação motora, musicalidade e descobrem as várias possibilidades da dança. É então que encontram o ritmo que mais agrada e podem se aperfeiçoar nele. Mesmo que no começo pareça difícil pegar o jeito e ainda sincronizar os passos com os do parceiro (o que é uma sensação absolutamente normal), depois de três meses de aulas você já vai fazer bonito até no samba-rock, uma das modalidades mais difíceis de aprender.

Agora só basta começar a dançar.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Por que estudar Educação Física na escola?

Disciplina é importante para a formação dos cidadãos.

Ainda não existe uma resposta simples para isso, mas muitos pesquisadores já se debruçaram em respondê-la anteriormente. Contundo, atualmente ainda não temos uma grande quantidade de trabalhos que buscam responder a questão. Isso deve ter ocorrido pelo fato dos trabalhos anteriores, não necessariamente se concretizaram em mudanças no paradigma da Educação Física escolar.

Porém, esta questão central, qual seria o objetivo de se estudar no mínimo por 12 ou 13 anos Educação Física na educação infantil, no ensino fundamental e médio, perfazendo um total aproximado de 1.040 aulas?

Será que poderia dizer que o seu objetivo é desenvolver habilidades motoras? Mas como poderia sustentar esse objetivo, se as aulas de Educação Física duram em média 45 ou 50 minutos duas vezes por semana, e as crianças, mesmo ironicamente contra a vontade da escola, se movimentam em outros ambientes por meio de estímulos e necessidades? As crianças necessitam das aulas de Educação Física para completar o seu desenvolvimento motor? Se pesquisas mostrarem que sim, seriam apenas 100 minutos por semana suficientes?

Ou as aulas de Educação Física se justificariam pelo fato de se caracterizar como o único momento que seria permitido às crianças se movimentarem, nas cinco horas que passam confinadas dentro da escola?

Nesse sentido, o objetivo seria apenas recrear as crianças? Apenas para ocupar o tempo em atividades descontextualizadas dirigidas por adultos? Então o professor seria apenas um monitor e não um especialista na área?

Por outro lado, será que a Educação Física deveria ser responsável por selecionar atletas para abastecer o cenário olímpico nacional? E se esse é o caso, por que os esportes ensinados são apenas futsal, basquete, vôlei e handebol?

É incontestável que qualquer disciplina deva ensinar o aluno a viver em sociedade. Por isso, as ações pedagógicas devem ser voltadas para encontrar problemas para as soluções do mundo. A escola e a Educação Física devem ser vistas como uma prática primordial para o desenvolvimento do individuo num ambiente humano, cultural e social.

Sendo assim, a Educação Física só se justifica na escola se propor realizar um projeto integrado com as demais disciplinas, almejando desenvolver a consciência sobre a experiência humana e autonomia, por meio de práticas corporais.

As aulas de Educação Física não devem exclusivamente possibilitar o desenvolvimento motor, mesmo porque, não é aceitável o fato de que somente duas aulas semanais sejam suficientes para potencializar o desenvolvimento motor.

São poucas as pessoas que algum dia visitarão as quatro maiores ilhas que compõe o Japão, ou que utilizarão conscientemente um anacoluto, uma prosopopéia, ou uma oração subordinada adverbial, mas todos assistem e continuarão a assistir cada vez mais, filmes sobre futebol americano, beisebol, chorando e se emocionando com as cenas. Porém não compreendendo nada, nem de lógica do jogo, nem muito menos seu componente ideológico.

Porém, não quer dizer que a Educação Física seja mais importante que as outras disciplinas, mas mostra que ela deveria ter o mesmo grau de importância dado às outras disciplinas, já que também faz parte do processo de formação dos cidadãos.

Bibliografia
M
ORERIA, Wagner Wey (org.). Educação Física: intervenção e conhecimento científico. Editora Unimep, 2004

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Atividade Física Em Jejum (por Paulo Gentilo)

No combate à gordura, todas as armas parecem atraentes, desde as práticas mais simples até as mais sacrificantes, como os treinos em jejum. A realização de exercícios antes do café da manhã já era pregada há muito tempo, mas ganhou maior popularidade com o livro Body for Life, de Bill Phillips.
JEJUM E O CÉREBRO
O cérebro é um órgão extremamente ativo, apesar de constituir cerca de 2% da massa total de um adulto, ele é responsável por quase 15% de nosso gasto energético de repouso, em torno de 7,5 vezes mais que os outros tecidos. Tamanha demanda metabólica é devida principalmente à condução de impulsos nervosos, pela bomba de sódio-potássio. Por que estou tocando nesse assunto? Porque, em condições normais, esta demanda energética é suprida pela glicose sangüínea, e supõe-se que o jejum possa afetar negativamente o metabolismo cerebral.
Em condições normais os níveis sangüíneos de glicose ficam em torno de 80-90 mg/100 ml. Quando permanecemos em jejum, inicia-se a gliconeogênese, com mobilização das reservas de carboidratos do fígado. Ocorre, em seguida, o catabolismo das proteínas que são diretamente utilizadas pelos tecidos ou convertidas em glicose. Após esta fase de utilização de proteínas e carboidratos, prioriza-se finalmente a mobilização da gordura, com a formação de corpos cetônicos, que podem atravessar a barreira sangue cérebro e serem utilizados como energia. Se o jejum prosseguir por muito tempo, intensifica-se novamente o catabolismo protéico, desta vez de forma mais acentuada e danosa.
Em repouso, um organismo saudável pode se adaptar ao jejum com certa facilidade, mas diante de uma demanda metabólica elevada, como nos exercícios a situação pode não ser tão simples. Muitas pessoas não conseguem se adaptar de forma eficiente e o organismo procura se proteger induzindo desmaios. Além dos perigos envolvidos nos desmaios, há um muito mais grave: danos neurais permanentes. Isto significa que se o a adaptação não for rápida e eficientemente, seu cérebro pode ser gravemente lesado (AUER, 1986; AUER et al, 1993; DE COURTEN-MYERS et al, 2000; DOLINACK et al, 2000; NEHLIG, 1997).
JEJUM E QUEIMA DE GORDURA
Diversos estudos têm mostrado que a realização de exercícios em jejum leva a economia de glicose e maior mobilização de gordura durante a atividade e algum tempo após seu término. Porém não devemos esquecer que diante da escassez de alimentos o corpo pode entrar em um estado de “racionamento de energia” diminuindo o gasto energético, conforme verificaram pesquisadores coreanos (LEE et al, 1999). Devemos lembrar que a quantidade de energia gasta após a atividade, não é necessariamente relacionada à queima de gordura, mas sim à sua intensidade (CALLES-ESCANDON et al, 1996; LEE et al, 1999).
Em pesquisa publicada em 1999, estudaram-se as respostas hormonais em atividades aeróbias diante de duas situações: 1) jejum de 12 horas; e 2) ingestão de carboidratos (antes e durante o teste). De acordo com os resultados o jejum leva a maior oxidação de gordura, refletido em um coeficiente respiratório menor. Como esperado, as taxas de glicose e insulina foram menores no jejum, com a insulina permanecendo elevada 1,5 hora após o término da atividade. Porém os níveis de cortisol (hormônio catabólico) quase dobraram durante a pedalada e mantiveram-se 80% maiores 90 minutos após o fim do exercício, em relação ao grupo que ingeriu carboidratos. (UTTER et al, 1999)
A ocorrência da maior oxidação de gordura no jejum é um ponto pacífico, mas observe a seguinte pesquisa e reflita sobre a relevância dos fatos. Em estudo realizado na Universidade de Vermont foram testadas as respostas metabólicas durante e após uma atividade aeróbia em três condições nutricionais: 1) ingestão de lanche sólido (43 gramas de carboidratos, 9 de gordura e 3 de proteínas), 2) bebida com frutose (65 gramas de frutose dissolvidas em 250ml de água) e 3) água flavorizada (250ml de água adoçada com apartame) (CALLES-ESCANDON et al, 1991). Os resultados foram os seguintes:
Os resultados mostram que 60 minutos após se exercitar em jejum você “queima” mais gordura do que se tivesse ingerido frutose (+/-30% a mais) ou glicose (+/- 60% a mais) antes da atividade. Dentro da matemática estes números parecem bem expressivos, mas na vida real as coisas são diferentes. Observe a unidade de medida, miligramas por minuto, para expressarmos os valores em gramas devemos dividi-los por 1.000. Como exemplo, peguemos a segunda linha da tabela acima (a iniciada com “Doce”), teríamos assim, uma diferença de 45 mg em um minuto isto significaria que em uma hora você gastaria apenas 2,7 gramas de gordura a mais do que se tivesse feito um bom lanche. Desta forma, para que você consiga uma diferença de 1 quilo de gordura, este mesmo número teria que se repetir mais de 370 vezes (mais que o número de dias de um ano)!!! Por que algumas pessoas perdem peso se exercitando em jejum? Uma explicação razoável seria que, por bem ou por mal, esta prática reduz o gasto calórico diário, pois você obrigatoriamente passará de 8 a 12 horas sem comer, além de exigir uma boa dose de determinação e disciplina, o que pode estimula-lo na dieta e treinos.
Porém não existem provas suficientes para defender o treino em jejum, por mais que se alegue uma maior utilização relativa de gordura durante e alguns minutos após o treino, estes números são inexpressivos quando expostos em termos absolutos. A própria ênfase na utilização de gordura durante o treino é ultrapassada e remonta a discussão dos exercícios aeróbios (ver A verdade sobre aerobios e emagrecimento).
Também não há provas científicas diretas para condenar totalmente a realização de atividades físicas em jejum. Empiricamente, vemos que algumas pessoas se adaptam bem a esta situação, optando inclusive por não se alimentar antes dos treinos. Porém ressalto que esta é uma questão individual de bem-estar e induzir alguém a praticar atividades físicas em jejum com objetivos estéticos, sem analisar seu quadro geral, não é um procedimento correto, de acordo com as bases científicas atuais.
"Tomem cuidado ao fazer uma dieta de jejum ao ir malhar. Essas pratica pode prejudicar a sua saúde, e sem dizer que prejudica a aquisição dos objetivos, com o ganho de massa muscular e o emagrecimento, ainda deixando o corpo vulneravel a doenças oportunistas. Pense nisso!." Prof. Júnior.
Referências Bibliográficas
AUER RN, SIESJO BK. Hypoglycaemia: brain neurochemistry and neuropathology. Baillieres Clin Endocrinol Metab 1993 Jul;7(3):611-625
AUER RN. Progress review: hypoglycemic brain damage. Stroke 1986 Jul;17(4):699-708.
CALLES-ESCANDON J, DEVLIN JT, WHITCOMB W, HORTON ES. Pre-exercise feeding does not affect endurance cycle exercise but attenuates post-exercise starvation-like response. Med Sci Sports Exerc 1991 Jul;23(7):818-24
CALLES-ESCANDON J, GORAN MI, O'CONNELL M, NAIR KS, DANFORTH E JR. Exercise increases fat oxidation at rest unrelated to changes in energy balance or lipolysis. Am J Physiol 1996 Jun;270(6 Pt 1):E1009-14.
DE COURTEN-MYERS GM, XI G, HWANG JH, DUNN RS, MILLS AS, HOLLAND SK, WAGNER KR, MYERS RE. Hypoglycemic brain injury: potentiation from respiratory depression and injury aggravation from hyperglycemic treatment overshoots. J Cereb Blood Flow Metab 2000 Jan;20(1):82-92.
DOLINAK D, SMITH C, GRAHAM DI. Hypoglycaemia is a cause of axonal injury. Neuropathol Appl Neurobiol 2000 Oct;26(5):448-453.
LEE YS, HA MS, LEE YJ The effects of various intensities and durations of exercise with and without glucose in milk ingestion on postexercise oxygen consumption. J Sports Med Phys Fitness 1999 Dec;39(4):341-7.
NEHLIG A. Cerebral energy metabolism, glucose transport and blood flow: changes with maturation and adaptation to hypoglycaemia. Diabetes Metab 1997 Feb;23(1):18-29.
UTTER AC, KANG J, NIEMAN DC, WILLIAMS F, ROBERTSON RJ, HENSON DA, DAVIS JM, BUTTERWORTH DE. Effect of carbohydrate ingestion and hormonal responses on ratings of perceived exertion during prolonged cycling and running. Eur J Appl Physiol Occup Physiol. 1999 Jul;80(2):92-9.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Homenagem de um aluno aos Professore de Educação Física

Uma homenagem que um aluno da Academia Fitness Center, fez aos professores em comemoração ao Dia do Professor de Educação Física, comemorado no dia 1º de Setembro.
Obrigado Rodrigo pelo seu carinho e atenção para conosco.
P.s.: CLIQUE NA IMAGEM PARA VELA MAIOR E PODEREM LER.

Júnior - Personal Trainer: também no Twitter - A C E S S E


Acompanhe o que acontece diariamente peno Twitter, ele está sempre atualizado, com dicas, fresquinhas para a sua pratica de exercícios físicos seja feita com o máximo de segurança. Espero você lá!!!...

1º de Setembrro - Dia do Professor de Educação Física


Hoje dia 1º de Setembro é o dia do Professor da Educação Física, hoje durante sue treinamento lembre-se do seu amigo, companheiro, aquele que se preocupa com o seu bem estar, de um sorriso e diga PARABÉNS aquele que trabalha para te ver bem.
Professores de Educação Física o meu grande P A R A B É N S!!!!!!!!!!!!!!!

domingo, 30 de agosto de 2009

O controle da Freqüência Cardiaca Melhora o Desempenho e a Resposta ao Treinamento

Freqüência Cardíaca

A freqüência cardíaca é caracterizada pelo número de vezes que o coração se contrai e relaxa, ou seja, o número de vezes que o coração bate por minuto. E se subdivide em freqüência cardíaca basal (número de vezes que o coração bate para manter o organismo com suas funções vitais num estado de vigília), freqüência cardíaca de repouso, freqüência cardíaca de reserva, freqüência cardíaca sub-máxima e, freqüência cardíaca máxima.

A freqüência cardíaca nos treinamentos

Durante o treinamento de qualquer modalidade, tanto aeróbia quanto anaeróbia, a freqüência cardíaca sofre alterações, sendo que na maioria das vezes ela tende a aumentar. E em alguns indivíduos isso pode se tornar um risco para saúde, pois a freqüência cardíaca pode subir demasiadamente e colocar a pessoa em situações complicadas e até em risco de vida, nos casos mais sérios. Para evitar problemas como este, podemos fazer uso de um aparelho que mede a nossa freqüência cardíaca enquanto estivermos utilizando-o.

O Medidor de Freqüência Cardíaca, também, chamado de freqüêncímetro é uma ferramenta de grande auxílio na obtenção de bons resultados, principalmente, nas atividades aeróbias. Ele é constituído de uma fita (tipo cinta) que é colocada na altura do peitoral (logo abaixo dos mamilos), envolvendo toda a circunferência do tórax; e de um relógio que mede a freqüência cardíaca e, em alguns casos, tem até outras funções como zona alvo de treinamento, hora, cronômetro, timer, despertador, informações das calorias consumidas durante o exercício, consumo máximo de oxigênio (VO2max.), índice de massa corporal, entre outros.

A Utilização do Freqüêncímetro na Atividade Física

A prescrição de exercícios pela freqüência cardíaca representa uma das formas mais simples e práticas de orientação de atividades físicas. Atualmente a difusão do sistema POLAR®, e outros, vem facilitando ainda mais o emprego desta opção de trabalho (Marins e Giannichi, 2003).

Alguns anos atrás a prescrição de exercícios estava baseada em um conceito muito simples, ou seja, se calculava a freqüência cardíaca máxima do indivíduo e posteriormente o percentual da freqüência cardíaca de trabalho (intensidade). Porém, esta forma simplista de cálculo da freqüência cardíaca de treino não leva em conta um fato extremamente interessante que é a freqüência cardíaca de reserva, que é o resultante da diminuição da freqüência cardíaca máxima com a freqüência cardíaca de repouso (Wilmore e Costill, 2001).

Como solução para este problema, usamos o freqüêncímetro e temos a opção de treinarmos dentro de uma zona alvo pré-determinada de treinamento, ou seja, trabalha-se dentro de um limite mínimo e máximo, calculados a partir de um percentual de intensidade e a freqüência cardíaca máxima e basal. Sendo que a escolha dos valores para os limites superior e inferior serão dependentes do nível de capacidade aeróbia e nível de condicionamento do indivíduo. Pode-se, também, treinar controlando a freqüência cardíaca, correlacionando-a com diferentes intensidades de treinamento durante uma única sessão de treino.

Prevenção de Acidentes e Segurança na Monitoria Cardíaca

Indivíduos portadores de distúrbios no coração (cardiopatias) e outros, que necessitam tomar um cuidado especial com a freqüência cardíaca devem utilizar o freqüêncímetro durante o treinamento, por terem a facilidade de aferir através do relógio a freqüência cardíaca atual e suas conseqüentes alterações.

Melhores Resultados

Para cada pessoa, a freqüência cardíaca e a captação de oxigênio tendem a se relacionar linearmente durante uma ampla gama de exercícios aeróbios. Se essa relação precisa for conhecida, a freqüência cardíaca do exercício poderá ser usada para estimar a captação de oxigênio, e assim, computar o dispêndio de energia durante várias formas de atividades físicas (McArdle et al, 1998). Desta forma o freqüêncímetro é utilizado para monitorar a freqüência cardíaca, com base em cálculos da predição do gasto energético. Cálculos estes, realizados por um profissional de educação física, com base em equações matemáticas elaboradas por vários estudiosos da área.

Existem alguns fatores que interferem na mensuração da freqüência cardíaca de repouso e submáxima e devem ser levados em consideração no momento do exercício: a posição corporal, a alimentação, o estado de tensão emocional, o fumo, drogas e o consumo de bebidas alcoólicas, condições ambientais, tipo de exercício, nível de hidratação, etc (é importante ressaltar que a freqüência cardíaca máxima não é afetada por nenhum desses fatores).

Porque usar um freqüêncímetro

Com isso, concluísse que o freqüêncímetro é um aparelho de fundamental importância para a manutenção da saúde e segurança do individuo que pratica atividades físicas (principalmente aeróbias), especialmente aqueles que apresentam distúrbios influenciados pelas alterações da freqüência cardíaca, ou para os indivíduos que desejam atingir um ótimo resultado no treinamento com o intuito de aumentar o VO2máx, ou diminuir o peso corporal e percentual de gordura.


Referências Bibliográficas:

Marins, J.C.B. e Giannichi, R.S. Avaliação e Prescrição de Atividade Física: guia prático. 3° ed. Rio de Janeiro. Shape, 2003.

McArdle,
William D.; KATCH, Frank I. e KATCH, Victor I. Fisiologia do Exercício – Energia, Nutrição e Desempenho Humano. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 1998.

Wilmore, Jack H.; Costill, David L. Fisiologia do Esporte e do Exercício. São Paulo. Manole, 2001.

domingo, 23 de agosto de 2009

Benefícios do exercício físico!

Na sociedade atual, graças às descobertas científicas que tiveram lugar nos últimos 100 anos, as atividades do dia–a-dia tornaram-se cada vez mais fáceis. Como exemplos, podemos citar o deslocamento até ao local de trabalho ou a subida até ao 4º andar de um prédio, que passaram a ser feitas através de recursos mecânicos (automóvel e elevador, respectivamente).

Em termos econômicos, podemos chamar isso de eficiente, pois o mesmo objetivo pode ser alcançado com menor dispêndio de recursos (como o tempo). Aparentemente, a vida moderna parece muito melhor que a dos avós dos nossos avós. Tudo é mais fácil. Não temos que nos preocupar com tarefas pouco importantes e podemos dedicar-nos ao exercício da atividade intelectual. Não obstante, os últimos 100 anos demonstraram que o sedentarismo é algo a que o ser humano não está habituado e, como qualquer organismo vivo, adapta-se a essa nova situação.

O grande problema reside nessa adaptação, que se manifesta das mais variadas formas: obesidade, hipertensão, colesterol e triglicérideos elevados, diabetes tipo II e doenças cardiovasculares, entre outras. Para fazer face a estes problemas de saúde pública, que em alguns países (como os EUA), atingiram proporções epidêmicas, vários cientistas investigam e associam-se, realizando congressos, onde publicam os seus trabalhos.

A grande conclusão a que todos chegaram é que a prática regular de atividade física, combinada com uma alimentação adequada (tema a abordar num futuro artigo) previne e reverte os problemas de saúde atrás referidos.

Para melhor compreensão, apresenta-se uma lista dos benefícios obtidos pela prática regular de atividade física:
1. Melhoria da função cardiovascular e respiratória
2. Redução dos fatores de risco para doença da artérias coronárias
3. Diminuição de incidentes mortais provocados por doença cardiovascular
4. Diminuição da incidência de doença das artérias coronárias, cancro do cólon e diabetes tipo II
5. Diminuição da massa gorda e manutenção ou aumento da massa muscular
6. Aumento da massa óssea e/ou prevenção da sua perda (prevenção da osteoporose)
7. Aumento da força muscular
8. Aumento da resistência de tendões e ligamentos
9. Aumento do metabolismo em repouso
10. Melhoria da função imunológica
11. Atraso de certos processos do envelhecimento
12. Aumento da sensação de bem-estar e da auto-estima
13. Melhoria dos estados de depressão e ansiedade

Para obtenção dos benefícios descritos, o American College of Sports Medicine (associação, que apesar do nome, integra cientistas de todo o mundo) determina que se realize, no mínimo, 30 minutos de exercício diário (que pode ser uma simples caminhada) durante 4 ou mais dias por
semana.

Em suma, se pretende ter uma vida saudável, seja mais ativo: vá a pé para o local de trabalho, utilize as escadas em vez do elevador, passeie com o cão, ande de bicicleta, ou realize qualquer outra atividade física que seja do seu agrado (ficar no sofá a pressionar os botões do comando não conta).

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Para a Força de Vontade e Treinamento Sério Não Tem Idade!!



Essa é a história de que o esporte pode surpreender a todos, Dara Torres aos 42 anos, atleta de ponto da natação Norte Americana, dá show em muitas atletas com muito menos idade. A nadadora já conquistou 12 medalhas olímpicas e está mais rápida apesar da idade, se comparada à sua juventude.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Reconheça a Hora de Trocar o Personal Trainer

Você se esforça e procura respeitar todas as lições que seu personal trainer passa. O problema é que os resultados não estão surtindo o efeito esperado e, para falar a verdade, seu professor não anda atendendo suas expectativas. Mas como descobrir se o problema realmente está nele? Alguns professores se acomodam e acabam tirando a motivação dos alunos. Para reconhecer se o problema anda rondando em seus treinos, confira as pistas.
  • Ele falta e muda os horários de aula;

Isso pode diminuir seu rendimento drasticamente, já que muitas aulas acabam perdidas e o corpo perde o pique por causa dos dias seguidos de descanso. Se nem o seu professor está comprometido, você também não vai conseguir se envolver diretamente com os exercícios. Essa atitude além de desestimulante, diminui os resultados.

  • A amizade é íntima demais;

Nenhum problema em fazer do seu professor um amigo, ou vice-versa. Mas quando essa intimidade invade as aulas, a relação profissional tende a ficar complicada. Quando você ficar com preguiça, por exemplo, ele pode entrar na sua e abrir mão de exigir resultados. Se sentir que não consegue separar a amizade da hora do treino, o melhor é escolher um novo professor. Afinal, se ele é mesmo seu amigo, vai entender.

  • As repetições já estão cansativas;

Você não agüenta mais praticar os mesmos exercícios. Quando pensa que vai mudar, lá vem ele com mais uma daquelas séries que você já decorou. O problema é um dos mais comuns e mostra dois erros: falta de comprometimento do professor, que não busca se atualizar e dar fôlego novo às aulas, e desatenção com você, que deve ter dado algum sinal de que deseja experimentar novos exercícios. E, na hora de buscar um novo professor, pergunte como funciona o plano de aulas que ele oferece, evitando o mesmo mal estar.

  • Faltam estímulos no treino;

A aula nunca vai além da execução do treino e você tem a sensação de que um robô está ensinando a prática correta dos exercícios. Um professor que passa as aulas no próprio mundo, passa as séries e nem nota as suas dificuldades merece um pito. Principalmente no começo, é essencial que o professor te ajude e te estimule a gostar dos exercícios, caso contrário, você vai desistir rapidinho. Que tal procurar alguém que te dê força para seguir em frente? Existem vários professores que seguem essa linha.

  • Ele nunca conhece as novidades;

Quando você comenta novidades, seu professor sempre faz cara de espanto. A repetição dos exercícios básicos dá o tom das aulas e o seu desempenho reflete a preguiça do professor. A falta de atualização não só prejudica os eu desempenho como faz você perder tempo. Além de ficar de olho nos lançamentos de aulas e aparelhos, um bom personal sempre lê os estudos e conhece as tendências não só da área de esportes, mas na de dieta também.

  • Muita orientação e pouca prática;

Na hora da caminhada ou da corrida, ele fica olhando de longe e não faz a menor questão de acompanhar seu ritmo. Normalmente, a companhia é um dos agentes que mais motivam e explicação para muitos alunos procurarem o apoio de um personal. Ter o seu pique, de fato, não é papel do personal. Mas se você busca um parceiro, deixe isso claro na hora de contratar as aulas e troque o professor caso não se sinta atendido.

Se o seu Personal Trainer demostrou qualquer um desses 6 (seis) "sintomas" significa que você precisa muito de trocar de Personal Trainer, valorise você, seu dinheiro e seu tempo, troque de professor. Assim você poderá conseguir os seus objetivos com muito mais rapidez e eficácia. Qualquer dúvida entre em contato.

*Escrito por Gérson Carneiro de Farias Júnior, personal trainer, especialista em treinamento desportivo.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Ativando o abdômen o tempo todo, você suporta treinos mais pesados

Olhe na direção do seu umbigo. Passe a mão ao redor da cintura e, com os dedos, sinta os músculos desta região. Percebeu algo especial? Se não notou nada, talvez esteja aí a explicação para a demora nos resultados do seu treino ou para as dores nas costas, que incomodam depois da musculação: esta área do corpo concentra o xodó mais recente dos Personais Treiner, o chamado core. "Trata-se de um cinturão de força, um conjunto de músculos abdominais e dorsais que, juntamente aos do quadril, formam o núcleo do corpo", afirma o professor Isaías Leme, pesquisador da UGV.
Ativar esse grupo durante os exercícios traz muitas vantagens e você consegue ver a diferença rapidinho. O abdômen fica mais tonificado e as estruturas da coluna (como as vértebras e os discos) são preservadas de impactos e sobrecargas, aliviando as dores que são comuns na região lombar, principalmente. E, como conta com um apoio extra de músculos, é possível aumentar a carga do treino com mais facilidade. Existe uma tonificação e diminuição das dores articulares.
Uma dica do Personal Treiner, que vos fala é para quem está em busca de uma força no treino, começa pela concentração. Antes de realizar os movimentos (seja para fortalecer bíceps, pernas ou mesmo a barriga), pense no seu abdômen e volte o foco para ele, inicialmente.
Mantenha os músculos abdominais contraídos e sugados, em direção às costas, durante todo o treino. E o retorno do esforço vem, em igual medida, entre homens e mulheres.
A dificuldade inicial tende a se dissolver conforme você pega o costume. A partir do momento em o aluno consegue manter uma postura neutra, com as estruturas ósseas em posição ideal, há necessidade de mais concentração. Vale lembrar que a ativação do core não substitui os exercícios abdominais. Para isso, realmente precisamos dos movimentos tradicionais com flexão da coluna. O segredo está na eficiência do trabalho físico entre as pessoas que já foram apresentadas aos poderes deste cinturão de força, a produtividade cresce e a motivação para seguir no pique, também. Temos também uma outra resposta que é a da postura tende a melhorar com o hábito de manter o abdômen ativado. Isso porque um dos fatores que colabora e muito! para que a coluna fique alinhada, por mais tempo, é a ativação do abdômen: com este músculos fortalecidos, a coluna não tomba para a frente ou gera compensações.
Mas não se cobre demais. Manter o abdômen contraído durante o dia todo é praticamente impossível, pois seria preciso manter o foco nisso direto. Sem esquecer que, assim como os outros, os músculos abdominais estão sujeitos à fadiga, mesmo sendo o abdômem um mosculo composto de fibras vermelhas, fibras Tipo I, elas são altamente oxidativas, sendo mais resistentes a fadiga e também sua recuperação é muito mais rápida do que as fibras brancas, fibras Tipo II, por isso, já é de grande valia e traz bons resultados mantê-lo acionado durante o treino.

Então vamos malhar sempre com esse foco.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Flexibilidade

A flexibilidade representa uma característica relativamente autônoma do desempenho esportivo e assume uma posição central dentre as principais capacidades condicionais e coordenativas.
Terminologia
Flexibilidade é a capacidade e a característica de um atleta de executar movimentos de grande amplitude, ou sob forças externas, ou ainda que requeiram a movimentação de muitas articulações.
São considerados termos sinônimos de “flexibilidade” os termos “mobilidade”, “articularidade” (refere-se à flexibilidade das articulações), “elasticidade” (referindo-se à propriedade de músculos, fáscias, tendões e ligamentos). Os termos “mobilidade, elasticidade e capacidade de articulação” podem ser considerados com subclassificações da flexibilidade.
Tipos de flexibilidade
A flexibilidade pode ser diferenciada em flexibilidade geral e específica, ativa e passiva, e ainda em flexibilidade estática.
Fala-se de flexibilidade geral quando se trata de flexibilidade em grande extensão dos principais sistemas articulares (ombro, quadris, coluna vertebral). A extensão de execução desta “flexibilidade” é um parâmetro relativo, pois depende do nível de desempenho do esportista (esportista amador que pratica esporte nas horas vagas ou um esportista profissional de alto desempenho).
Flexibilidade específica refere-se a determinadas articulações. Ex.: atletas de corrida com barreiras devem ter boa flexibilidade nos quadris.
Flexibilidade ativa é a maior amplitude de movimento conseguida em uma articulação pela contração dos agonistas – e, naturalmente, pelo relaxamento dos antagonistas.
Flexibilidade passiva é a maior amplitude de movimento conseguida em uma articulação com o auxilio de forças externas (auxílio de um parceiro ou de aparelhos) devido à capacidade de extensão e de relaxamento dos antagonistas.

Obs.: A flexibilidade passiva é sempre maior que a flexibilidade ativa.


A diferença entre a flexibilidade passiva e a ativa é denominada “reserva de movimento”. Ela fornece informações sobre a possibilidade de melhoria da flexibilidade ativa pelo fortalecimento direcionado dos agonistas e pelo aumento da capacidade de alongamento dos antagonistas. A flexibilidade estática é a manutenção de um estado de alongamento por um determinado período de tempo. Este tipo de flexibilidade tem um importante papel em alongamentos.
O aumento da flexibilidade leva à otimização da fluência dos movimentos e à harmonia em expressá-los.
A flexibilidade é um requisito (componente) elementar para uma boa execução de movimentos sob os aspectos qualitativos e quantitativos. O desenvolvimento da flexibilidade (de acordo com uma modalidade esportiva) em efeitos positivos sobre fatores físicos do desempenho esportivo (ex.: força, velocidade), assim como sobre a técnica esportiva.
Com o aumento da flexibilidade, os exercícios podem ser executados com maior amplitude de movimentos, maior força, mais rapidamente, mais facilmente, com maior fluência e de modo mais eficaz.
A instrução da flexibilidade é, portanto, uma parte insubstituível do processo de treinamento. Devemos fazer freqüentemente alongamentos para que melhore a capacidade de flexibilidade alcançando assim resultados mais satisfatórios, com segurança e eficiência.

*Adaptado de: WEINECK, Jurgen. Treinamento Ideal. 9º edição, São Paulo: Manole, 2004.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Porque contratar um Personal Trainer?


As principais diferenciais na contratação desse profissional são:

  • No atendimento e acompanhamento individualizado.
  • Maior atenção na supervisão e correção dos exercícios.
  • Possibilidade de variação de modalidades e atividades de exercícios.
  • Comodidade na escolha e variações de locais para execução das aulas.
  • Escolha de horários compatíveis com a disponibilidade e rotina diária do Cliente.
  • Elaboração de programas com objetividade e eficiência, atendendo às expectativas do cliente e sua individualidade biológica.
  • Maior motivação causada pela presença do Personal para os dias de indisposição e falta de vontade para exercitar-se.
  • É o profissional que disponibiliza a maior possibilidade de qualidade de vida pela orientação da atividade física.